O Demonstrativo de Cronograma de Desembolso é o relatório que decide o caixa da obra — e o iRED4e já o lê inteiro. Mas ele levanta perguntas que não responde: de quem é esse crédito, desde quando está parado e por que ainda não caiu na conta. Quem responde são os relatórios que quase ninguém sabe que existem. O Prumo lê todos direto da API do Portal das Construtoras e, principalmente, cruza um com o outro — como quem confere se a parede está no prumo antes de seguir subindo.
Cada relatório do Portal foi desenhado para responder uma pergunta. Lido sozinho, ele responde a sua e cala sobre o resto — e o silêncio tem a mesma aparência de uma resposta. É assim que um painel financeiro fica errado sem estar mentindo.
O DCD registra o crédito no saldo do mutuário. Ele não sabe dizer se o contrato já voltou do cartório — então dinheiro ainda retido aparece como dinheiro liberado.
“Quanto a CAIXA já soltou?” tem resposta. “Quanto disso virou obra, quanto pagou o empréstimo da construtora e quanto ainda espera o cartório?” não tem — em nenhum relatório isolado.
São quinze relatórios em seis blocos. A maioria das construtoras conhece dois ou três. Os demais permanecem disponíveis, gratuitos e nunca emitidos.
Tome a pergunta mais comum de uma construtora com obra financiada: para onde foi o dinheiro desta unidade? Nenhum dos três responde sozinho. Juntos, respondem inteiro.
O cronograma de desembolso, parcela a parcela: o que já foi liberado, o que falta e qual o percentual de obra executada em cada etapa.
O extrato das unidades, contrato a contrato: data de assinatura, data de inclusão, data de registro e o valor que a CAIXA retém até o imóvel ser registrado.
Terreno e obra liberados por unidade, a amortização do empréstimo da construtora e o movimento consolidado data a data: creditado, desbloqueado e amortizado.
Esta é a leitura que o Prumo entrega para cada contrato, em tela e em PDF. Amarelo é dinheiro que a CAIXA guardou; verde é dinheiro que ela soltou. Os valores abaixo são de um contrato real de um empreendimento em obra — sem identificação de unidade, comprador ou empreendimento.
Os quatro abaixo apareceram em obras reais, em um único dia de operação do Prumo. Nenhum deles foi procurado: todos caíram da conferência entre duas fontes.
O painel mostrava todo o crédito das pessoas físicas como liberado. O extrato de unidades revelou duas ainda sem registro em cartório — e, com elas, o valor que a CAIXA retém até o imóvel ser registrado.
Quando o contrato volta do cartório, a parte da obra já executada não vai para a conta: amortiza o financiamento da construtora, que bancou aquela obra antes. A conta fecha no centavo entre os dois relatórios.
A vigência das apólices está num relatório; o término da obra, em outro. Cruzadas, revelaram que as duas garantias expiram antes da entrega — em duas obras diferentes, das duas conferidas.
Numa consulta, a rota detalhada devolveu quinze períodos enquanto a rota de totais, na mesma chamada, informava vinte e dois. O Prumo recusou o dado incompleto, manteve o completo do arquivo e disse de quando ele era.
O Portal das Construtoras organiza os relatórios em seis blocos, e todos estão disponíveis para qualquer construtora com empreendimento financiado. O Prumo lê hoje os três da medição de obra — os demais entram com o mesmo padrão de leitura e conferência.
A ordem não é aleatória: começa pelos que decidem o caixa da obra. Cada bloco novo entra quando a leitura dele estiver conferida contra os que já existem — nunca antes.
Todo software financeiro promete confiabilidade enquanto a fonte funciona. A pergunta que ninguém responde é o que acontece quando ela não funciona — e é aí que um painel silencioso causa mais estrago do que ajuda.
Numa consulta de rotina, a lista detalhada de um relatório veio com quinze registros enquanto a rota de totais da própria instituição, na mesma chamada, informava vinte e dois. As somas não batiam em nenhum dos três valores conferidos.
O Prumo poderia ter gravado os quinze e exibido um número redondo e errado. Em vez disso, recusou o dado incompleto, preservou a consulta completa anterior, informou na tela de quando ela era, identificou quais sete datas faltavam e reuniu a evidência para o chamado junto à instituição.
Um painel que sabe quando não sabe é o único tipo em que se pode decidir com segurança. O resto é aparência de precisão.
Um único comando busca os relatórios do bloco de medição na mesma chamada. Eles saem do mesmo instante, então a memória de cálculo nunca mistura datas diferentes — e cada um também pode ser atualizado sozinho.
Cada total é comparado com o mesmo total no outro relatório e com a rota de totais da instituição. Confere, diverge por arredondamento ou diverge de verdade — e o painel diz qual dos três é.
Para qualquer unidade, o caminho completo do dinheiro em cinco passos, com os valores reais: o que foi guardado, quanto tempo ficou no cartório, o que foi solto e para onde cada parte foi.
O tempo de cartório não vem de tabela: sai das unidades daquele empreendimento que já voltaram. Quem está fora do normal aparece contra a régua do próprio cartório, não contra uma média inventada.
Vigência de apólice contra término de obra, valor retido contra data de registro, amortização contra medição. O alerta nasce do encontro de dois documentos — que é exatamente onde ninguém olha.
Estes relatórios trazem nome e contrato de pessoas físicas. O acesso exige sessão autenticada e vínculo com a licença consultada — cada construtora enxerga apenas os contratos do próprio CNPJ.
O Prumo opera por licença: cada construtora usa as próprias credenciais junto ao banco e enxerga apenas os contratos do próprio CNPJ. Roda ao lado do DCD dentro do ecossistema iRED4e — e é o conjunto, não cada peça, que responde para onde foi o dinheiro da obra.
Peça uma demonstração com um contrato real e veja a jornada do dinheiro de uma unidade sua, do cartório à amortização.