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Portal da Construtora · O prumo da obra financiada
O todo sem a parte não é o todo

O DCD diz quanto.
O Prumo diz se confere.

O Demonstrativo de Cronograma de Desembolso é o relatório que decide o caixa da obra — e o iRED4e já o lê inteiro. Mas ele levanta perguntas que não responde: de quem é esse crédito, desde quando está parado e por que ainda não caiu na conta. Quem responde são os relatórios que quase ninguém sabe que existem. O Prumo lê todos direto da API do Portal das Construtoras e, principalmente, cruza um com o outro — como quem confere se a parede está no prumo antes de seguir subindo.

Leitura direta da API Um contrato, três relatórios Conferência cruzada entre fontes
Por que o principal não basta

Um relatório que só confere consigo mesmo não confere nada.

Cada relatório do Portal foi desenhado para responder uma pergunta. Lido sozinho, ele responde a sua e cala sobre o resto — e o silêncio tem a mesma aparência de uma resposta. É assim que um painel financeiro fica errado sem estar mentindo.

O principal erra sem querer

O DCD registra o crédito no saldo do mutuário. Ele não sabe dizer se o contrato já voltou do cartório — então dinheiro ainda retido aparece como dinheiro liberado.

A pergunta que sobra

“Quanto a CAIXA já soltou?” tem resposta. “Quanto disso virou obra, quanto pagou o empréstimo da construtora e quanto ainda espera o cartório?” não tem — em nenhum relatório isolado.

Ninguém sabe que os outros existem

São quinze relatórios em seis blocos. A maioria das construtoras conhece dois ou três. Os demais permanecem disponíveis, gratuitos e nunca emitidos.

O erro não estava no relatório. Estava em ler um relatório de cada vez.
Como a conferência cruzada funciona

Três relatórios, uma pergunta só.

Tome a pergunta mais comum de uma construtora com obra financiada: para onde foi o dinheiro desta unidade? Nenhum dos três responde sozinho. Juntos, respondem inteiro.

DCD

Em que medição a obra está

O cronograma de desembolso, parcela a parcela: o que já foi liberado, o que falta e qual o percentual de obra executada em cada etapa.

responde: quanto
EPR

Quem já voltou do cartório

O extrato das unidades, contrato a contrato: data de assinatura, data de inclusão, data de registro e o valor que a CAIXA retém até o imóvel ser registrado.

responde: de quem e desde quando
ECN

Quanto cada contrato liberou

Terreno e obra liberados por unidade, a amortização do empréstimo da construtora e o movimento consolidado data a data: creditado, desbloqueado e amortizado.

responde: quanto virou o quê
Só o cruzamento fecha a frase. O DCD diz que a obra está em determinada medição; o EPR diz que duas unidades ainda não voltaram do cartório; o ECN diz quanto delas está creditado mas retido. A soma das três é a única resposta completa — e nenhuma das três a contém.
O elemento que ninguém desenha

A jornada do dinheiro de uma unidade, do começo ao fim.

Esta é a leitura que o Prumo entrega para cada contrato, em tela e em PDF. Amarelo é dinheiro que a CAIXA guardou; verde é dinheiro que ela soltou. Os valores abaixo são de um contrato real de um empreendimento em obra — sem identificação de unidade, comprador ou empreendimento.

Dez/2025Assinou e entrou
A CAIXA creditou R$ 58.855,71 e guardou Terreno R$ 27.320,30 + obra que já estava pronta R$ 31.535,41 (15,13% da parte de obra). Fica no cofre até o contrato voltar do cartório.
↓
32 diasNo cartório
A obra andou — e mais R$ 5.731,82 ficaram guardados As medições desse período também ficaram no cofre. Quando o contrato voltou, a obra desta unidade estava em 17,88%.
↓
Jan/2026Voltou do cartório
A CAIXA soltou o que estava guardado: R$ 64.587,53 Terreno R$ 27.320,30 + obra acumulada até aqui R$ 37.267,23.
↓
Para ondefoi cada real
Terreno R$ 27.320,30 Foi para a construtora.
Obra R$ 37.267,23 Pagou o empréstimo da construtora. Essa obra já tinha sido feita com o dinheiro do financiamento PJ — o dinheiro da pessoa física devolveu o que foi adiantado.
↓
Até hojeDepois do cartório
Daí em diante, cada medição libera direto: R$ 40.435,37 Somando tudo, a obra deste contrato já liberou R$ 77.702,60 — 37,28% da parte de obra, o mesmo percentual da medição do mês.
Dinheiro guardado pela CAIXA Dinheiro liberado
Nenhum relatório traz essa história pronta. Ela nasce do cruzamento dos três.
O que o cruzamento encontrou

Quatro achados que nenhum relatório isolado mostraria.

Os quatro abaixo apareceram em obras reais, em um único dia de operação do Prumo. Nenhum deles foi procurado: todos caíram da conferência entre duas fontes.

Achado 01 · EPR × DCD

Dinheiro contado como liberado, mas ainda preso

O painel mostrava todo o crédito das pessoas físicas como liberado. O extrato de unidades revelou duas ainda sem registro em cartório — e, com elas, o valor que a CAIXA retém até o imóvel ser registrado.

Diferença apurada: R$ 95.169,73 em dois contratos
Achado 02 · ECN × DCD

A venda que paga o empréstimo da obra

Quando o contrato volta do cartório, a parte da obra já executada não vai para a conta: amortiza o financiamento da construtora, que bancou aquela obra antes. A conta fecha no centavo entre os dois relatórios.

Conferido: R$ 37.267,23 = obra acumulada até o registro
Achado 03 · EPR × cronograma

Seguro que vence antes da obra terminar

A vigência das apólices está num relatório; o término da obra, em outro. Cruzadas, revelaram que as duas garantias expiram antes da entrega — em duas obras diferentes, das duas conferidas.

Janela descoberta: 78 dias numa obra, 40 na outra
Achado 04 · a fonte contra ela mesma

Quando o próprio banco entrega o dado pela metade

Numa consulta, a rota detalhada devolveu quinze períodos enquanto a rota de totais, na mesma chamada, informava vinte e dois. O Prumo recusou o dado incompleto, manteve o completo do arquivo e disse de quando ele era.

Identificadas as 7 datas faltantes, uma a uma
O tamanho do território

Quinze relatórios em seis blocos. A maioria nunca foi emitida.

O Portal das Construtoras organiza os relatórios em seis blocos, e todos estão disponíveis para qualquer construtora com empreendimento financiado. O Prumo lê hoje os três da medição de obra — os demais entram com o mesmo padrão de leitura e conferência.

Medição de obra · Liberação · Amortização PJ

3 de 3
  • DCD
  • ECN
  • EPR

Acompanhamento do contrato PJ

0 de 3
  • PLA CTO PJ
  • NPL
  • RDF PF

Conciliação bancária

0 de 2
  • CMF CN
  • Extrato bancário

Remuneração e prazo de retenção

0 de 2
  • ERU
  • IRC

Liberação de hipoteca

0 de 1
  • VMD

Rotina fiador

0 de 4
  • RCF
  • RDF SI
  • CMF SI
  • PLA CTO FIADOR

A ordem não é aleatória: começa pelos que decidem o caixa da obra. Cada bloco novo entra quando a leitura dele estiver conferida contra os que já existem — nunca antes.

O diferencial que ninguém anuncia

O painel também mostra quando a própria fonte falha.

Todo software financeiro promete confiabilidade enquanto a fonte funciona. A pergunta que ninguém responde é o que acontece quando ela não funciona — e é aí que um painel silencioso causa mais estrago do que ajuda.

Um caso real, do dia em que o Prumo entrou no ar

Numa consulta de rotina, a lista detalhada de um relatório veio com quinze registros enquanto a rota de totais da própria instituição, na mesma chamada, informava vinte e dois. As somas não batiam em nenhum dos três valores conferidos.

O Prumo poderia ter gravado os quinze e exibido um número redondo e errado. Em vez disso, recusou o dado incompleto, preservou a consulta completa anterior, informou na tela de quando ela era, identificou quais sete datas faltavam e reuniu a evidência para o chamado junto à instituição.

Um painel que sabe quando não sabe é o único tipo em que se pode decidir com segurança. O resto é aparência de precisão.

Seis diferenciais

O que só aparece quando os relatórios são lidos juntos.

DIF-01

Uma consulta, todos os relatórios

Um único comando busca os relatórios do bloco de medição na mesma chamada. Eles saem do mesmo instante, então a memória de cálculo nunca mistura datas diferentes — e cada um também pode ser atualizado sozinho.

DIF-02

Conferência cruzada entre fontes

Cada total é comparado com o mesmo total no outro relatório e com a rota de totais da instituição. Confere, diverge por arredondamento ou diverge de verdade — e o painel diz qual dos três é.

DIF-03

A jornada de cada contrato

Para qualquer unidade, o caminho completo do dinheiro em cinco passos, com os valores reais: o que foi guardado, quanto tempo ficou no cartório, o que foi solto e para onde cada parte foi.

DIF-04

Prazo medido na própria obra

O tempo de cartório não vem de tabela: sai das unidades daquele empreendimento que já voltaram. Quem está fora do normal aparece contra a régua do próprio cartório, não contra uma média inventada.

DIF-05

Alertas que cruzam relatórios

Vigência de apólice contra término de obra, valor retido contra data de registro, amortização contra medição. O alerta nasce do encontro de dois documentos — que é exatamente onde ninguém olha.

DIF-06

Acesso fechado por licença

Estes relatórios trazem nome e contrato de pessoas físicas. O acesso exige sessão autenticada e vínculo com a licença consultada — cada construtora enxerga apenas os contratos do próprio CNPJ.

Licenciamento

O bloco inteiro, com a sua marca e as suas credenciais.

O Prumo opera por licença: cada construtora usa as próprias credenciais junto ao banco e enxerga apenas os contratos do próprio CNPJ. Roda ao lado do DCD dentro do ecossistema iRED4e — e é o conjunto, não cada peça, que responde para onde foi o dinheiro da obra.

Os relatórios sempre estiveram lá. Agora eles conversam.

Peça uma demonstração com um contrato real e veja a jornada do dinheiro de uma unidade sua, do cartório à amortização.